CLAVIS MAGICA

SOLIP

 

 

 

 

 

 

 

 

[…] Se gli oggetti, noti all’individuo solo come rappresentazioni, siano tuttavia, come il suo stesso, fenomeni di una volonta: e questo, come gia si e detto nel libro precedente, il senso vero e proprio della questione circa la realta del mondo esterno.Negarlo, e il senso dell’egoismo teoretico, che appunto percio ritiene fantasmi tutti i fenomeni al di fuori del proprio individuo, esattamente come, nel rispetto pratico, fa l’egoismo pratico, che considera e tratta realmente come persona solo la propria persona, e tutte le altre invece come meri fantasmi. L’egoismo teoretico non si potra mai confutare con prove; tuttavia si puo essere sicuri che esso e stato usato in filosofia non altrimenti che come sofisma scettico.

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A DIFICULDADE DA “FALSA VERGONHA”

EGOALTER

Ainda subsiste a dificuldade da falsa vergonha. Se a presença do Outro não pode ser posta em dúvida em função do sentimento de vergonha, é importante perguntar se tal sentimento corresponde sempre a um Olhar verdadeiro e existente. É sempre possível que o Olhar do Outro seja provável.

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SER-OBJETO NÃO PARA-MIM E SIM PARA-ELE

EGOALTER

No intuito de vencer o último obstáculo do solipsismo, Sartre coloca que a objetidade não pode projetar ou criar a alteridade. De fato, se eu sou objeto não o sou por mim e para mim. É o Outro que me constitui como objeto para ele mesmo. Por isso, o meu ser-objeto não serve de conceito regulador ou constitutivo para os conhecimentos que eu possa ter a meu respeito.

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THE DIFFERENCE BETWEEN ARCHISM AND EGOISM

STICXENER

While you make a distinction between anarchism and egoism, you didn’t make one between archism and egoism. Indeed, it appeared to be your point that there was no difference between archism and egoism and therein lay the difference between egoism and anarchism. I beg to differ with you on this point insofar as I perceive a difference between archism and egoism.

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REDUÇÃO INTERSUBJETIVA

SOLIP

Através da epoché fenomenológica, o ego se desvela como ego transcendental, atitude tal que coloca o eu numa relação intencional com as estruturas noético-noemáticas da consciência. Nesse sentido, “a epoqué irá delimitar, então, na subjetividade, o próprio, conhecimento – o transcendental – separando-o dos estados mundanos, da tese natural, das relações cotidianas, do mundo e dos outros”

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EM TORNO DO CONCEITO DE SOLIPSISMO:ABORDAGEM EPISTEMOLÓGICA

SOLIP

 

A busca pela verdade, ou por uma evidência fundamental que pudesse sustentar as demais coisas, foi vista pelos filósofos sempre como uma possibilidade alcançável. Mas para se obter algo indubitável é preciso o uso de alguns recursos metodológicos apropriado com a finalidade de garantirem que tal empreitada tenha êxito.

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EGOISTICO AMORE

MOST

L’amore egoistico è ben diverso dall’amore disinteressato, mistico o romantico. Si può amare qualunque cosa; non soltanto gli uomini, ma anche il vino, la patria, ecc. L’amore diviene cieco e folle, quando, mutandosi in una necessità, sfugge al mio potere : diviene romantico quando vi si aggiunge l’idea del “dovere”, in guisa che l’ “oggetto” si fa per me sacro, ed io mi lego a lui con la coscienza, col vincolo del giuramento. D’allora in poi non più l’oggetto esiste, per me, bensì io esisto per l’oggetto.

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IL CAMPO DI GUERRA DEGLI EGOISMI

Nz

Da dentro- nel Mio Loculo Ermetico- dove si muove il Misantropico Incedere e al contempo luogo di elezione individuale- scalcio per uscire e attaccare la società valorizzata- in quanto “attendere” nell’attesa dell’essere tendendo-blocca e ostacola la Specifica e Unica voglia di Provocazione:

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